Marketing político digital não é só marketing político nas redes sociais

Aprenda a fazer marketing político digital para as eleições de 2020 e não apenas marketing político nas redes sociais
Mais importante do que fazer marketing político nas redes sociais, para as eleições de 2020, é fazer marketing político digital!

As eleições de 2020 serão as mais digitais de todos os tempos. Diferente das eleições anteriores a 2014, pela primeira vez, o foco de candidatos e eleitores estará na internet. Mas é preciso saber que marketing político digital não é só marketing político nas redes sociais.

Sim. Não só de redes sociais, seja Facebook, Instagram ou WhatsApp é feita uma campanha eleitoral realmente digital.

Apesar de serem ferramentas importantes, as redes sociais são apenas uma parte, por vezes, a final do marketing político digital.

Para atingir o sucesso na missão de como ganhar uma eleição para vereador com pouco dinheiro, mais do que só levar o conteúdo para os feeds de seus eleitores é utilizar tudo que o digital tem a oferecer, que é muito além do que entrega de um vídeo ou foto de um candidato.

Por isso, separei dois pontos que mostram que o marketing político digital para ser eleito vereador em 2020 está muito além de marketing político nas redes sociais.

Big Data é marketing político digital e não marketing político nas redes sociais

A formação de uma base de dados, com contatos de eleitores, com certeza, será a ação mais importante de um candidato para as eleições de 2020.

Ter uma lista com informações confiáveis do máximo de pessoas possíveis irá nortear e facilitar todo o trabalho de marketing político, indo além do digital, por exemplo, com a mobilização.

E uma das maneiras mais eficazes de ampliar a base de dados de um candidato está no marketing político digital e não só no marketing político nas redes sociais.

Por exemplo, a criação de uma landing page (página de captura) é a maneira mais rápida de colher esses contatos. Por exemplo, utilizar uma pauta ou um abaixo-assinado com um tema de interesse do seu público-alvo para colher seus e-mails ou o número do WhatsApp.

É possível criar uma landing page gratuita, com formulário personalizado, no MailChimp, onde será possível reunir, de forma rápida e fácil, as informações que você deseja sobre seus eleitores.

Imagine um abaixo-assinado pela reforma de uma escola, com uma landing page que peça nome, e-mail, endereço e WhatsApp das pessoas do bairro. Essa página pode ser divulgada, até por meio das redes sociais, para os moradores da região. Depois, você pode enviar essa lista para a Prefeitura.

A ferramenta permite, por exemplo, depois, não só importar essa lista para o smartphone para usar no WhatsApp como utilizar em anúncios de redes sociais como o Facebook ou até fazer campanhas de e-mail marketing.

Por exemplo, enviar para essas pessoas a informação, foto ou texto, de que você levou o abaixo-assinado pedindo a reforma ao prefeito.

SEO é marketing político digital e não marketing político nas redes sociais

Para quem não sabe, SEO significa Search Engine Optimization, que em tradução livre é Otimização para Mecanismos de Buscas. Ou seja, são estratégias que ajudam um site ou blog a ranquear melhor nos buscadores ou aparecer nas primeiras páginas do Google.

Para isso, é preciso utilizar keywords, palavras-chaves ou frases que são buscadas na cidade ou relacionadas a ela em títulos, subtítulos, primeiras linhas de artigos, descrições e textos alternativos de fotos de conteúdos criados para o site ou blog do candidato.

Imagine, por exemplo que um candidato em Bauru, no interior de São Paulo, tenha um blog. E no Ubbersugest, gratuitamente, ele descobre que uma das keywords mais buscadas relacionadas a Bauru é “bauru empregos”.

Então, ele cria um artigo ou um post que o título é “Oportunidades de empregos em Bauru”, com vagas de trabalho que ele reuniu na região, conversando com comerciantes. Ele usa a mesma expressão no texto do artigo, subtítulos e na legenda das fotos.

Provavelmente, seu conteúdo do site ou blog irá ranquear nessa keyword que conta com mais de 135.000 buscas por mês e assim, organicamente, sem gastar, pode ganhar audiência e ter seu nome mais conhecido pelo eleitor, sem necessariamente, utilizar marketing político nas redes sociais, mas usando marketing político digital.

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Sobre Lucas Pimenta 44 Artigos
Lucas Pimenta é jornalista formado pela Universidade Anhembi Morumbi e com especialização em Marketing Político e Campanhas Eleitorais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Trabalha na Câmara Municipal de São Paulo, atuou ainda na Secretaria Executiva de Comunicação da Prefeitura de São Paulo e na Secretaria Estadual da Segurança Pública de São Paulo. Foi repórter ainda em jornais como Metrô News, Folha Metropolitana e Agora São Paulo.

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